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O Brasil esta prestes a entrar em um ciclo econômico paradoxal. De um lado vemos o nosso presidente até pouco tempo atrás fazendo campanha para a produção do bioetanol. Em seus discursos, o Brasil estaria um passo a frente das outras nações quanto a sua matriz enérgica limpa e como país exportador de um combustível “limpo” e que nos irá livrar da dependência dos indesejados combustíveis fósseis.
Agora com as descobertas e com os métodos de extração de petróleo da camada pré-sal, o discurso mudou. A onda do combustível verde ficou, digamos, de lado. Passaremos de 14º para 5º produtor mundial de petróleo e dono da 8ª maior reserva. As primeiras polêmicas que estão surgindo, como a da distribuição dos recursos do pré-sal para estados brasileiros não produtores e os interesses políticos por trás disto tudo, já nos dá uma idéia do que virar pela frente. Mas, uma coisa podemos ter certeza: ou nosso país se tornará uma potência econômica, mais justa e com leis ambientais mais firmes ou irá aumentar ainda mais a concentração de renda (no qual já somos o campeão), a discrepância social entres os Estados e as conseqüências do descaso com o meio-ambiente (poluição dos mares, terras degradadas, poluição do ar, etc.)
Estamos caminhando para o pico da produção global de petróleo - na qual a extração tenderá a diminuir e ficar cada vez mais difícil e cara. Segundo a revista National Geografhic de junho de 2008, citando James Mulva, o executivo-chefe da ConocoPhillips, em 2010 quase 40% da produção diária global terá de sair de campos ainda inexplorados ou que nem sequer foram descobertos. Considerando isto, podemos perceber que muitos dólares, mais muitos mesmo, entrarão para o Brasil. E nossa economia podrá ficar numa espécie de dependência: petróleo em alta = economia em alta, caiu o preço = economia em baixa.
Dos 20 maiores exportadores de petróleo do mundo, 16 são ditaduras. O petróleo, em países onde os pilares da democracia não são firmes, serve para financiar a corrupção, o desperdício de verbas com mega-projetos muitas vezes desnecessários, é richas partidárias, na maior parte com o uso da violência. No Brasil, será o congresso que fiscalizará o uso do dinheiro do pré-sal.
Se a sociedade civil juntamente com a mídia cobrarem transparência quanto aos gastos do fundo social que será criado com os recursos do pré-sal. Se os lucros forem realmente destinados para o combate à pobreza, meio ambiente, cultura, ciência e tecnologia e educação. Se as licitações que surgirem forem de forma legal, poderemos esperar melhoras. Se não...
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
A QUEDA DE UM SÍMBOLO
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No começo deste mês tivemos um acontecimento que “abalou” as estruturas do atual sistema capitalista: A GENERAL MOTORS AGORA É DO GOVERNO AMERICANO. Mas o que isto representa? Simplificando, o liberalismo econômico ( umas das bandeiras dos EUA) funciona deixando o mercado agir com suas próprias regras na qual a principal é a lei da oferta e procura. Um dos motivos (se não o principal) da rivalidade entre capitalistas e comunistas durante a Guerra Fria foi justamente o fato de os governos comunistas serem os donos dos meios de produção de suas nações. A diferença agora é que, para não dizer que os EUA estão praticando “atos socialistas”, o governo americano cuidará da GM somente até ela se recuperar (sair do vermelho) depois a soltará novamente para o mundo do mercado livre da qual ela saiu com uma dívida de U$ 172,8 bilhões. (por mais estranho que isto possa parecer). Mas vamos entender quem é a GM e qual a sua importância para o capitalismo moderno
Fundada em 1908, por William Durant, a GM fez nada menos que inventar o consumismo americano. Foi na GM que surgiu a esperteza de fazer algumas modificações nos automóveis que iam sendo fabricados em relação aos feitos no ano anterior. Criou-se assim o carro do ano para aquelas pessoas que não tendo nada mais o que fazer com a mais-valia tirada de seus funcionários, pudessem trocar de carro todo ano, já que o anterior agora estava fora de moda. Ela também foi a primeira a produzir carros direcionados a classes sociais específicas. Citando a VEJA da semana passada “Antes, automóveis eram produtos utilitários, como uma tesoura ou uma lanterna. Depois viraram símbolos de status, juventude e poder”. Segundo a REVISTA DA SEMANA (passada) o grande sucesso da GM foi inventar o sistema de castas do mundo automotivo, criando assim um elo – somos o que dirigimos. Por tudo isto, a GM chegou a representar 10% da economia americana e controlar 50% do mercado de veículos leves, no seu auge.
Quem levou a GM ao sucesso foi Albert Sloan, que chegou a empresa em 1923. Sloan mudou toda a forma administrativa da empresa, levando-a a ultrapassar as vendas da Ford. Mas foi a GM, também na gestão de Sloan, que motorizou as companhias de Hitler, modernizando a produção alemã que antes era praticamente artesanal. De Detroit, eram enviadas peças para uso nos tanques de guerras nazistas A GM só mudou de lado em 1941, quando a os EUA entrou na guerra.
Lembra daqueles bondes elétricos que vemos em filmes antigos. Foi a GM que tratou de tira-los de circulação para dar lugar ao sistema de transporte movido a combustão do petróleo.
Veja uma parte da entrevista que jornalista Edwim Black, autor do livro Internal Combustion e indicado para o prêmio máximo do jornalismo com suas investigações sobre a indústria automobilística e do petróleo, concedeu a revista Super Interessante de março de 2007
“Super: O plano de Ford e Edison era fabricar carros particulares. Como o motor de combustão dominou também o trasnporte coletivo?
Edwin: Em 1925, as vias elétricas transportavam 15 bilhões de passageiros por ano nos EUA. Por volta de 1935, a General Motors liderou uma conspiração com a empresa de caminhões Mack TrucK, com a Firestone, a Standard Oil e a Phillips Petroleum por meio de uma companhia que eles financiavam, a National City Lines. A NCL comprava as empresas de trólebus e imediatamente interrompia o serviço, desmontava as linhas, colocava ônibus movidos a combustão no lugar e incendiava os elétricos para que eles não fossem mais usados. Isso foi feito em 40 cidades americanas, até que a GM foi acusada de conspiração pelo governo americano e finalmente declarada culpada por esse crime.
Super: Alguns criticam o termo “conspiração” usado no livro, dizendo que houve apenas uma decisão de negócios.
Edwin: Al Capone também tinha apenas negócios. Uso essa palavra porque a GM foi acusada, julgada e condenada porá conspiração. Se não usá-la, estarei falseando a história.”
A GM também é conhecida como a empresa que pos fim ao carro elétrico. Em 1996 foi lançado no mercado, pela própria GM, o 1º modelo de carro elétrico comercial. Mas logo ele foi tirado de circulação como se fosse um lote de algum remédio que no lugar de salvar, estava era matando os pacientes. A comparação é tão válida que a empresa logo tratou de recolher e destruir todos os carros que foram lançados. Quem assistir ao documentário “Quem matou o carro elétrico?” (tem ele em algumas locadoras aqui da cidade) ira entender direitinho esta história, inclusive ver os diversos carros elétricos semi-novos serem esmagados ou reduzidos a pó.
E esta empresa que está agora nas mãos de Obama. O governo americano injetou 50 bilhões, desde o começo da crise, para que ela não fechasse pois ela é um símbolo da economia americana. Esta e a chance de dar um novo começo a triste história desta corporação: a produção de carros ecologicamente corretos e o fim das negociações somente pensando no lucro (que no fim só renderam prejuízo).
Fundada em 1908, por William Durant, a GM fez nada menos que inventar o consumismo americano. Foi na GM que surgiu a esperteza de fazer algumas modificações nos automóveis que iam sendo fabricados em relação aos feitos no ano anterior. Criou-se assim o carro do ano para aquelas pessoas que não tendo nada mais o que fazer com a mais-valia tirada de seus funcionários, pudessem trocar de carro todo ano, já que o anterior agora estava fora de moda. Ela também foi a primeira a produzir carros direcionados a classes sociais específicas. Citando a VEJA da semana passada “Antes, automóveis eram produtos utilitários, como uma tesoura ou uma lanterna. Depois viraram símbolos de status, juventude e poder”. Segundo a REVISTA DA SEMANA (passada) o grande sucesso da GM foi inventar o sistema de castas do mundo automotivo, criando assim um elo – somos o que dirigimos. Por tudo isto, a GM chegou a representar 10% da economia americana e controlar 50% do mercado de veículos leves, no seu auge.
Quem levou a GM ao sucesso foi Albert Sloan, que chegou a empresa em 1923. Sloan mudou toda a forma administrativa da empresa, levando-a a ultrapassar as vendas da Ford. Mas foi a GM, também na gestão de Sloan, que motorizou as companhias de Hitler, modernizando a produção alemã que antes era praticamente artesanal. De Detroit, eram enviadas peças para uso nos tanques de guerras nazistas A GM só mudou de lado em 1941, quando a os EUA entrou na guerra.
Lembra daqueles bondes elétricos que vemos em filmes antigos. Foi a GM que tratou de tira-los de circulação para dar lugar ao sistema de transporte movido a combustão do petróleo.
Veja uma parte da entrevista que jornalista Edwim Black, autor do livro Internal Combustion e indicado para o prêmio máximo do jornalismo com suas investigações sobre a indústria automobilística e do petróleo, concedeu a revista Super Interessante de março de 2007
“Super: O plano de Ford e Edison era fabricar carros particulares. Como o motor de combustão dominou também o trasnporte coletivo?
Edwin: Em 1925, as vias elétricas transportavam 15 bilhões de passageiros por ano nos EUA. Por volta de 1935, a General Motors liderou uma conspiração com a empresa de caminhões Mack TrucK, com a Firestone, a Standard Oil e a Phillips Petroleum por meio de uma companhia que eles financiavam, a National City Lines. A NCL comprava as empresas de trólebus e imediatamente interrompia o serviço, desmontava as linhas, colocava ônibus movidos a combustão no lugar e incendiava os elétricos para que eles não fossem mais usados. Isso foi feito em 40 cidades americanas, até que a GM foi acusada de conspiração pelo governo americano e finalmente declarada culpada por esse crime.
Super: Alguns criticam o termo “conspiração” usado no livro, dizendo que houve apenas uma decisão de negócios.
Edwin: Al Capone também tinha apenas negócios. Uso essa palavra porque a GM foi acusada, julgada e condenada porá conspiração. Se não usá-la, estarei falseando a história.”
A GM também é conhecida como a empresa que pos fim ao carro elétrico. Em 1996 foi lançado no mercado, pela própria GM, o 1º modelo de carro elétrico comercial. Mas logo ele foi tirado de circulação como se fosse um lote de algum remédio que no lugar de salvar, estava era matando os pacientes. A comparação é tão válida que a empresa logo tratou de recolher e destruir todos os carros que foram lançados. Quem assistir ao documentário “Quem matou o carro elétrico?” (tem ele em algumas locadoras aqui da cidade) ira entender direitinho esta história, inclusive ver os diversos carros elétricos semi-novos serem esmagados ou reduzidos a pó.
E esta empresa que está agora nas mãos de Obama. O governo americano injetou 50 bilhões, desde o começo da crise, para que ela não fechasse pois ela é um símbolo da economia americana. Esta e a chance de dar um novo começo a triste história desta corporação: a produção de carros ecologicamente corretos e o fim das negociações somente pensando no lucro (que no fim só renderam prejuízo).
quarta-feira, 3 de junho de 2009
OS VERDADEIROS LOUCOS ATÔMICOS
Na última semana de maio, a Coréia do Norte realizou testes nucleares subterrâneo. E trágico pelo o que a história da 2ª Guerra nos ensinou: o mundo seria bem melhor sem armas nucleares. Mas o ponto que quero discutir aqui é o cinismo dos países desenvolvidos, principalmente os EUA, de condenarem esta e outras nações enquanto o seu estoque está cheio. Vamos discutir este fato analisando a reportagem de capa da revista VEJA desta semana, Os loucos atômicos.
A frase de capa é a seguinte: Kim Jong-il, o insano ditador da Coréia do Norte, tem a bomba e a intenção de usá-la. A reportagem, na pág. 84, diz “Kim jong-II... não deve ser visto como irracional ou suicida”. E explica que um dos motivos do teste são as famosas chantagens diplomáticas, na qual o país pede ajuda humanitária para abandonar o programa nuclear, além de questões internas relacionadas à sua sucessão. Ou seja, a própria reportagem já desmente que ele tem a intenção de usar a bomba (e na pág. 86 fala ainda que a Coréia está longe de ter tecnologia para lançar algum tipo de arma nuclear. “Os dispositivos coreanos são grandes e rudimentares e não podem ser transportados nem mesmo a bordo de um avião” diz um analista a VEJA).
Na reportagem tem uma tabelinha que, se analisada direito, nos mostra realmente onde está o perigo. Na linha numero de ogivas, Os EUA vem com 2.700 e a Rússia com 4.840 (o jornal O Popular de 29 de junho de 2008, na matéria A ameaça velada das armas nucleares, indica 5.235 ogivas nos EUA e 3.500 na Rússia. Não sei qual dos dados é o verdadeiro). Os dois países junto possuem 95% das ogivas do planeta, 7.540. E os loucos atômicos? A tabela nos dá o número de menos de 10 ogivas na Coréia do Norte e 0 (zero) no Irã. E para quem é bom de memória, até no ano passado, todo o arsenal nuclear americano estava nas mãos de nada menos que George W. Bush, o cara que arrasou o Iraque em nome de que? Armas químicas que nunca foram encontradas (isto me parece coisa de doido). Mais um fato: hoje mais de 40 países têm tecnologia para produzir bombas atômicas, mas qual foi o único país a usá-las? Era realmente necessário?
546 bilhões de dólares são os gastos militares dos EUA por ano (está na tabela também). Some os gastos militares de todas outras nações do mundo (eu disse todas) e não chegará a este valor. Enquanto isto, os gastos dos loucos atômicos são: 12 bilhões na Coréia do norte e 6,6 bilhões no Irã. Os dois juntos que representa 3,4 % do valor gasto pelos Estados Unidos. Peraí, do que os Estados Unidos tem tanto medo para gastar tanto dinheiro assim em armamento (muito mais que as ajudas humanitárias)? Será realmente necessário? Ou é só paranóia mesmo? Coisa de louco?
Vamos ser realista, se o mundo quer ver extinta a ameaça nuclear, as nações que possuem e defendem uma política de não proliferação devem ser as primeiras a desfazer do seu arsenal. Estar com um canhão e criticar quem quer comprar um revolver é no mínimo hipocrisia.
A frase de capa é a seguinte: Kim Jong-il, o insano ditador da Coréia do Norte, tem a bomba e a intenção de usá-la. A reportagem, na pág. 84, diz “Kim jong-II... não deve ser visto como irracional ou suicida”. E explica que um dos motivos do teste são as famosas chantagens diplomáticas, na qual o país pede ajuda humanitária para abandonar o programa nuclear, além de questões internas relacionadas à sua sucessão. Ou seja, a própria reportagem já desmente que ele tem a intenção de usar a bomba (e na pág. 86 fala ainda que a Coréia está longe de ter tecnologia para lançar algum tipo de arma nuclear. “Os dispositivos coreanos são grandes e rudimentares e não podem ser transportados nem mesmo a bordo de um avião” diz um analista a VEJA).
Na reportagem tem uma tabelinha que, se analisada direito, nos mostra realmente onde está o perigo. Na linha numero de ogivas, Os EUA vem com 2.700 e a Rússia com 4.840 (o jornal O Popular de 29 de junho de 2008, na matéria A ameaça velada das armas nucleares, indica 5.235 ogivas nos EUA e 3.500 na Rússia. Não sei qual dos dados é o verdadeiro). Os dois países junto possuem 95% das ogivas do planeta, 7.540. E os loucos atômicos? A tabela nos dá o número de menos de 10 ogivas na Coréia do Norte e 0 (zero) no Irã. E para quem é bom de memória, até no ano passado, todo o arsenal nuclear americano estava nas mãos de nada menos que George W. Bush, o cara que arrasou o Iraque em nome de que? Armas químicas que nunca foram encontradas (isto me parece coisa de doido). Mais um fato: hoje mais de 40 países têm tecnologia para produzir bombas atômicas, mas qual foi o único país a usá-las? Era realmente necessário?
546 bilhões de dólares são os gastos militares dos EUA por ano (está na tabela também). Some os gastos militares de todas outras nações do mundo (eu disse todas) e não chegará a este valor. Enquanto isto, os gastos dos loucos atômicos são: 12 bilhões na Coréia do norte e 6,6 bilhões no Irã. Os dois juntos que representa 3,4 % do valor gasto pelos Estados Unidos. Peraí, do que os Estados Unidos tem tanto medo para gastar tanto dinheiro assim em armamento (muito mais que as ajudas humanitárias)? Será realmente necessário? Ou é só paranóia mesmo? Coisa de louco?
Vamos ser realista, se o mundo quer ver extinta a ameaça nuclear, as nações que possuem e defendem uma política de não proliferação devem ser as primeiras a desfazer do seu arsenal. Estar com um canhão e criticar quem quer comprar um revolver é no mínimo hipocrisia.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
FRASES PARA REFLEXÃO
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Em poucas palavras dar-se para tirar grandes ensinamentos.
Deixo postado aqui algumas frases para reflexão (Infelizmente não tenho o nome de todos os autores, mas o que vale são os ensinamentos tirados delas).
“O verdadeiro analfabeto é aquele que sabe ler e não lê”. (Mário Quintana)
“Quem não quer pensar é um fanático; Quem não pode pensar é um idiota; Quem não ousa pensar é um covarde”. (Francis Bacon)
“Grandes realizações são possíveis quando se dá atenção as pequenas conexões”. (Lao Tse)
“O importante não é quantos passos você deu para trás até agora, e sim quantos você dará para frente a partir de hoje”. (?????????)
“As convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras”. (Nietszche).
“As mentes criativas são conhecidas por resistir a todo tipo de mau treinamento”. (Anna Freud)
“A verdade é algo tão perigosa que precisa ser protegida por um batalhão de mentiras”. (Churchill)
“A diferença entre um vencedor e um perdedor é a velocidade em que eles se levantam depois de uma queda”. (??????)
“Quem se prende aos detalhes de determinada obra na maioria das vezes perde a visão do conjunto”. (???????)
“Todo homem é mais parecido com sua época do que com o seu pai”. (provérbio árabe)
“Ninguém comete erro maior do que não fazer nada porque só pode fazer um pouco”. (Edmund Burke)
“Quando falares, cuida para que suas palavras sejam melhores que o silêncio”. (provérbio indiano)
“A verdadeira medida de um homem não é como ele se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas como ele se mantém em tempos de controvérsia e desafio” (Martin Luther King Jr)
“Mais difícil que conhecer a verdade é permanecer nela”. (???????)
“Se nos fosse dado o poder mágico de ler a mente uns dos outros, o primeiro efeito sem dúvida seria o fim de todas as amizades”. (Russel)
“Tudo que acontece uma vez pode nunca mais acontecer. Mas tudo que acontece duas vezes, acontecerá certamente uma terceira” (Paulo Coelho)
“É difícil achar a felicidade dentro de você, mas é quase impossível encontrá-la em outro lugar” (?????)
“Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto não é um feito, mas um hábito”. (Aristóteles)
“Os navios estão a salvo nos portos, mas não foi para ficar ancorados que eles foram criados” (????).
“Quem caminha descalço não deve semear espinhos” (Herbet).
“O mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio a ser salvo pela crítica” (Norman Vicent).
“Cada bloco de mármore contem dentro de si uma escultura gloriosa. Para chegar até ela, libertá-la, você só precisa tirar os excessos” (Michelangelo).
“O único modo de evitar erros é adquirindo experiência; mas a única maneira de adquirir experiência é cometendo erros” (?????)
“A experiência não é o que acontece com um homem, e sim o que o homem faz com o que lhe acontece” (?????)
Em poucas palavras dar-se para tirar grandes ensinamentos.
Deixo postado aqui algumas frases para reflexão (Infelizmente não tenho o nome de todos os autores, mas o que vale são os ensinamentos tirados delas).
“O verdadeiro analfabeto é aquele que sabe ler e não lê”. (Mário Quintana)
“Quem não quer pensar é um fanático; Quem não pode pensar é um idiota; Quem não ousa pensar é um covarde”. (Francis Bacon)
“Grandes realizações são possíveis quando se dá atenção as pequenas conexões”. (Lao Tse)
“O importante não é quantos passos você deu para trás até agora, e sim quantos você dará para frente a partir de hoje”. (?????????)
“As convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras”. (Nietszche).
“As mentes criativas são conhecidas por resistir a todo tipo de mau treinamento”. (Anna Freud)
“A verdade é algo tão perigosa que precisa ser protegida por um batalhão de mentiras”. (Churchill)
“A diferença entre um vencedor e um perdedor é a velocidade em que eles se levantam depois de uma queda”. (??????)
“Quem se prende aos detalhes de determinada obra na maioria das vezes perde a visão do conjunto”. (???????)
“Todo homem é mais parecido com sua época do que com o seu pai”. (provérbio árabe)
“Ninguém comete erro maior do que não fazer nada porque só pode fazer um pouco”. (Edmund Burke)
“Quando falares, cuida para que suas palavras sejam melhores que o silêncio”. (provérbio indiano)
“A verdadeira medida de um homem não é como ele se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas como ele se mantém em tempos de controvérsia e desafio” (Martin Luther King Jr)
“Mais difícil que conhecer a verdade é permanecer nela”. (???????)
“Se nos fosse dado o poder mágico de ler a mente uns dos outros, o primeiro efeito sem dúvida seria o fim de todas as amizades”. (Russel)
“Tudo que acontece uma vez pode nunca mais acontecer. Mas tudo que acontece duas vezes, acontecerá certamente uma terceira” (Paulo Coelho)
“É difícil achar a felicidade dentro de você, mas é quase impossível encontrá-la em outro lugar” (?????)
“Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto não é um feito, mas um hábito”. (Aristóteles)
“Os navios estão a salvo nos portos, mas não foi para ficar ancorados que eles foram criados” (????).
“Quem caminha descalço não deve semear espinhos” (Herbet).
“O mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio a ser salvo pela crítica” (Norman Vicent).
“Cada bloco de mármore contem dentro de si uma escultura gloriosa. Para chegar até ela, libertá-la, você só precisa tirar os excessos” (Michelangelo).
“O único modo de evitar erros é adquirindo experiência; mas a única maneira de adquirir experiência é cometendo erros” (?????)
“A experiência não é o que acontece com um homem, e sim o que o homem faz com o que lhe acontece” (?????)
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
CURIOSIDADES SOBRE O ABORTO.
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Neste mês, a revista Aventuras na História trás uma pequena viagem sobre visão do homem, com o passar do tempo, de um assunto que ainda causa muita polêmica: o aborto.
Veja algumas curiosidades da reportagem:
“Se um ovo de aranha com duas larvas fosse atado ao corpo com pele de veado, antes do nascer do sol, não haverá gravidez por um ano” – Esta é a receita de Plínio, o velho (23-79 d.c) – Intelectual romano com obras de grande importância para saber da época. Ele também listou diversas plantas abortivas, entre elas o poejo, com o chá popular ainda na década passada.
Hipocrates, (460-377 a.c) em seu Juramento (declarado pelos médicos até hoje) falou: “Nunca sugerirei a nenhuma mulher prescrições que a possam fazer abortar”.
No livro Política, de Aristóteles (384-322 a. c), está escrito: “se deve fixar o número máximo de procriações e, se alguns casais forem férteis para além do limite, é necessário recorrer ao aborto”.
Santo Agostinho (354-330), considerava o pensamento aristotélico de que o inicio da vida era somente após o 40° dia a partir do primeiro sinal perceptível do bebê, no caso de meninos, e no 80° dia, nas meninas.
Em 1943, na França, a parteira Marie-Louise Giraud foi guilhotinada por ter interrompido 26 gestações: o aborto era uma ameaça ao Estado.
A encíclica (carta dirigida aos bispos, e por eles, aos fieis) Humanae Vitae do Vaticano, escrita em 1968, proíbe qualquer meio de anticoncepcional.
Na China, após ao política de filho único instalada em 1990, o aborto é uma situação mais que comum.
Neste mês, a revista Aventuras na História trás uma pequena viagem sobre visão do homem, com o passar do tempo, de um assunto que ainda causa muita polêmica: o aborto.
Veja algumas curiosidades da reportagem:
“Se um ovo de aranha com duas larvas fosse atado ao corpo com pele de veado, antes do nascer do sol, não haverá gravidez por um ano” – Esta é a receita de Plínio, o velho (23-79 d.c) – Intelectual romano com obras de grande importância para saber da época. Ele também listou diversas plantas abortivas, entre elas o poejo, com o chá popular ainda na década passada.
Hipocrates, (460-377 a.c) em seu Juramento (declarado pelos médicos até hoje) falou: “Nunca sugerirei a nenhuma mulher prescrições que a possam fazer abortar”.
No livro Política, de Aristóteles (384-322 a. c), está escrito: “se deve fixar o número máximo de procriações e, se alguns casais forem férteis para além do limite, é necessário recorrer ao aborto”.
Santo Agostinho (354-330), considerava o pensamento aristotélico de que o inicio da vida era somente após o 40° dia a partir do primeiro sinal perceptível do bebê, no caso de meninos, e no 80° dia, nas meninas.
Em 1943, na França, a parteira Marie-Louise Giraud foi guilhotinada por ter interrompido 26 gestações: o aborto era uma ameaça ao Estado.
A encíclica (carta dirigida aos bispos, e por eles, aos fieis) Humanae Vitae do Vaticano, escrita em 1968, proíbe qualquer meio de anticoncepcional.
Na China, após ao política de filho único instalada em 1990, o aborto é uma situação mais que comum.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
CSI CONTRA O SISTEMA.
Um rapaz, após praticar violência sexual, atira duas vezes na cabeça da vítima. Os investigadores conseguem prender o suspeito. Veja o dialogo na sala de interrogatório:
-...O tira disse que ela nem morreu – afirmou o garoto acusado.
-É verdade, mas se morrer dentro de um ano e um dia do crime então é assassinato – disse o investigador forense.
-Isto é algum truque? – interrompeu a mãe do garoto, que também estava na sala
- É a lei. E trataremos o caso como assassinato – continuou o investigador.
- Pelo menos por um ano e um dia eu ainda serei de menor – disse o rapaz sorrindo
-Então acho que a lei está do seu lado. Por enquanto.
Depois, em outra sala, a investigadora que conseguiu chegar ao suspeito desabafa:
-O marido não entende – disse a investigadora limpando o choro – Ele está tão feliz porque ela vai viver, que não percebe que ela vai ficar vegetando pelo resto da vida. E o rapaz, Thorpe (que atirou nela) vai sair do reformatório em 48 meses. Não é justo
-É o sistema – respondeu o investigador tentando conformá-la.
-Que espécie de sistema premia o suspeito quando a vítima é forte demais para morrer.
O dois ficaram mudos.
Estas passagens são de um episódio do seriado americano CSI – Investigação Criminal. Apesar de ser uma série fictícia, ela busca ser fiel à realidade.
Só postei elas para nos mostrar como sistema penal americano tem falhas bem parecidas com as nossas.
É o sistema!!!!!!!
-...O tira disse que ela nem morreu – afirmou o garoto acusado.
-É verdade, mas se morrer dentro de um ano e um dia do crime então é assassinato – disse o investigador forense.
-Isto é algum truque? – interrompeu a mãe do garoto, que também estava na sala
- É a lei. E trataremos o caso como assassinato – continuou o investigador.
- Pelo menos por um ano e um dia eu ainda serei de menor – disse o rapaz sorrindo
-Então acho que a lei está do seu lado. Por enquanto.
Depois, em outra sala, a investigadora que conseguiu chegar ao suspeito desabafa:
-O marido não entende – disse a investigadora limpando o choro – Ele está tão feliz porque ela vai viver, que não percebe que ela vai ficar vegetando pelo resto da vida. E o rapaz, Thorpe (que atirou nela) vai sair do reformatório em 48 meses. Não é justo
-É o sistema – respondeu o investigador tentando conformá-la.
-Que espécie de sistema premia o suspeito quando a vítima é forte demais para morrer.
O dois ficaram mudos.
Estas passagens são de um episódio do seriado americano CSI – Investigação Criminal. Apesar de ser uma série fictícia, ela busca ser fiel à realidade.
Só postei elas para nos mostrar como sistema penal americano tem falhas bem parecidas com as nossas.
É o sistema!!!!!!!
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
O FIM DAS FLORESTAS TROPICAIS DE BORNÉU
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(Leia primeiro antes de julgar ser uma coisa chata e que você não tem nada a ver com isso. Se depois continuar achando, ou não, deixe uns comentários no final, combinado?)
A National Geografhic do mês de novembro trás uma reportagem interessante sobre o fim das florestas de Bornéu. Esta Ilha situada no sudeste asiático e pertencente as nações da Malásia, Indonésia e Brunei, possui uma das mais ricas biodiversidades do planeta, sendo grande parte desta endêmica, ou seja, só existente na ilha (só de anfíbios são 114 espécies endêmicas das 149 totais). Nos últimos 30 anos, uma só arvore vem tomando lugar da fascinante cobertura vegetal do lugar (1,5 hectare de floresta pode abrigar até 240 espécies de árvores): a palmeira de dendê. Hoje resta cerca da metade da floresta original que, com os desmatamentos e queimadas, só vem diminuindo a cada dia.
O óleo de dendê possui uma infinidade de utilidades, variando de sabão a biocombustíveis. O ambiente das Ilhas da região é perfeito para a plantação de dendezais e coloca a Indonésia e a Malásia com 86% da produção mundial. Esta cultura vem fomentando a economia regional (e de certa forma mundial), mas os problemas já são de escalas globais. Os incêndios, que muitas vezes fogem do controle, e os desmatamentos para extração de madeiras e aberturas de áreas, deixam exposto o solo da floresta rico em matéria orgânica (solo turfoso), que desta forma libera grandes quantidades de carbono na atmosfera. Todos estes fatores contribuem para deixar a Indonésia com o incomodo lugar de terceiro maior emissor de gases estufa do planeta, atrás somente da China e dos Estados Unidos (o Brasil é o quarto).
Nos últimos anos, mediante ao pagamento de subornos pelas madeireiras e da indústria dendezeira, muitos governadores de províncias e policiais estão concedendo licenças para a exploração de florestas protegidas. Alem disso, as leis ambientais são confusas e fáceis de se burlar. Toda população acredita que somente com um governo não corrupto e um planejamento para dar opções de trabalhos para quem vive nas terras poderemos ter resultados visíveis. A maioria da população da ilha é pobre. Muitos não têm outra escolha a não ser trabalhar nas madeireiras ou nas plantações (ainda que ganhando uma miséria). Mas ninguém apoiará a retirada destas exploradoras se não tiverem outro lugar para tirar o seu sustento.
Qualquer semelhança com as florestas do Brasil, principalmente a Amazônica e o cerrado, não são meras coincidências. A lógica da destruição dos recursos naturais pelas grandes industrias e fazendeiros que, utilizando-se de influências políticas e subornos para infringir as leis ambientais (ou até modificá-las para servirem melhor a seus interesses) e da barata mão-de-obra da maioria das pessoas que vivem nas regiões de ecossistemas com pouca exploração, é uma realidade global. Por sorte, as soluções também são as mesmas para todos; a começar com um governo que não possuía o que os indonésios chamam de KKN, Korupsi, Kolusi e Nepotisme – corrupção, conluio (companheirismo na forma pejorativa) e nepotismo.
(Leia primeiro antes de julgar ser uma coisa chata e que você não tem nada a ver com isso. Se depois continuar achando, ou não, deixe uns comentários no final, combinado?)
A National Geografhic do mês de novembro trás uma reportagem interessante sobre o fim das florestas de Bornéu. Esta Ilha situada no sudeste asiático e pertencente as nações da Malásia, Indonésia e Brunei, possui uma das mais ricas biodiversidades do planeta, sendo grande parte desta endêmica, ou seja, só existente na ilha (só de anfíbios são 114 espécies endêmicas das 149 totais). Nos últimos 30 anos, uma só arvore vem tomando lugar da fascinante cobertura vegetal do lugar (1,5 hectare de floresta pode abrigar até 240 espécies de árvores): a palmeira de dendê. Hoje resta cerca da metade da floresta original que, com os desmatamentos e queimadas, só vem diminuindo a cada dia.
O óleo de dendê possui uma infinidade de utilidades, variando de sabão a biocombustíveis. O ambiente das Ilhas da região é perfeito para a plantação de dendezais e coloca a Indonésia e a Malásia com 86% da produção mundial. Esta cultura vem fomentando a economia regional (e de certa forma mundial), mas os problemas já são de escalas globais. Os incêndios, que muitas vezes fogem do controle, e os desmatamentos para extração de madeiras e aberturas de áreas, deixam exposto o solo da floresta rico em matéria orgânica (solo turfoso), que desta forma libera grandes quantidades de carbono na atmosfera. Todos estes fatores contribuem para deixar a Indonésia com o incomodo lugar de terceiro maior emissor de gases estufa do planeta, atrás somente da China e dos Estados Unidos (o Brasil é o quarto).
Nos últimos anos, mediante ao pagamento de subornos pelas madeireiras e da indústria dendezeira, muitos governadores de províncias e policiais estão concedendo licenças para a exploração de florestas protegidas. Alem disso, as leis ambientais são confusas e fáceis de se burlar. Toda população acredita que somente com um governo não corrupto e um planejamento para dar opções de trabalhos para quem vive nas terras poderemos ter resultados visíveis. A maioria da população da ilha é pobre. Muitos não têm outra escolha a não ser trabalhar nas madeireiras ou nas plantações (ainda que ganhando uma miséria). Mas ninguém apoiará a retirada destas exploradoras se não tiverem outro lugar para tirar o seu sustento.
Qualquer semelhança com as florestas do Brasil, principalmente a Amazônica e o cerrado, não são meras coincidências. A lógica da destruição dos recursos naturais pelas grandes industrias e fazendeiros que, utilizando-se de influências políticas e subornos para infringir as leis ambientais (ou até modificá-las para servirem melhor a seus interesses) e da barata mão-de-obra da maioria das pessoas que vivem nas regiões de ecossistemas com pouca exploração, é uma realidade global. Por sorte, as soluções também são as mesmas para todos; a começar com um governo que não possuía o que os indonésios chamam de KKN, Korupsi, Kolusi e Nepotisme – corrupção, conluio (companheirismo na forma pejorativa) e nepotismo.
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